Biografia Oficial
Formados em Lisboa em 2010, The Black Mamba surgem como uma fusão sofisticada de soul, funk e blues,...
Biografia Oficial
Formados em Lisboa em 2010, The Black Mamba surgem como uma fusão sofisticada de soul, funk e blues, incorporando elementos do rock clássico e da música negra americana, mas sempre com um ADN profundamente português. A banda foi fundada pelo vocalista e guitarrista Pedro Tatanka, o baixista Ciro Cruz e o baterista Miguel Casais. Inspirado no veneno da mamba negra africana, o nome simboliza a sua sonoridade intensa, emocional e sedutora.
O álbum homónimo de estreia (2010) revelou desde logo a maturidade musical do trio e teve um forte impacto nacional: alcançou o topo da tabela do iTunes Portugal, esgotou nas lojas e levou-os numa digressão nacional que consolidou a sua reputação como uma das mais promissoras novas propostas da música portuguesa. Pouco tempo depois, The Black Mamba chegaram aos palcos internacionais atuando em cidades como Filadélfia, Luanda, Madrid, Sevilha, Rio de Janeiro e São Paulo.
Em 2014 lançam o segundo álbum, Dirty Little Brother, gravado entre Lisboa e Nova Iorque. As colaborações com artistas portugueses como Aurea, António Zambujo e Silk expandiram a sonoridade da banda, consolidando o seu estatuto na cena musical nacional. O single “Wonder Why”, com Aurea, tornou-se um êxito nas rádios nacionais.
Nos anos seguintes mantiveram uma presença assídua nos maiores palcos de Portugal, incluindo em festivais como NOS Alive, Marés Vivas e Festival do Crato, e reforçaram a sua ligação com o público brasileiro regressando a palcos emblemáticos como o Bourbon Street Music Club e o Festival Virada Cultural. Só no ano de 2016 realizaram mais de 40 concertos em recintos ao ar livre, mantendo em paralelo a digressão em formato acústico que começara no ano anterior.
A saída de Ciro Cruz em 2015 marcou uma nova fase na carreira dos The Black Mamba, agora centrada em Tatanka e Casais. Ambos souberam conservar a energia criativa de sempre, patente nas dezenas de concertos que continuaram a realizar anualmente, em Portugal e na Europa, tanto em formato elétrico como acústico, atraindo elogios da crítica e convites para colaborações: a convite do lendário Skyler Jet (ex-Commodores e Sly and the Family Stone) colaboraram numa banda sonora, mantendo desde então uma relação de amizade que os levou a partilhar o palco em diversas ocasiões.
Em 2018 lançam The Mamba King, o terceiro álbum de estúdio, que levou a concertos esgotados nos Coliseus de Lisboa e Porto. No ano seguinte celebraram 10 anos de carreira com a digressão Good Times Tour, regressando ao formato trio das origens e revisitando o seu percurso musical.
Em 2021 a banda representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção com o tema “Love Is On My Side”, composto por Tatanka. Foi a primeira vez que Portugal se apresentou na Eurovisão com uma canção interpretada inteiramente em inglês. A atuação valeu-lhes o 12.º lugar na final e o reconhecimento internacional, incluindo elogios da crítica musical de todo o mundo e de artistas como Skin (Skunk Anansie). Durante a estadia na Holanda, marcada pela pandemia de COVID-19, The Black Mamba lançaram o single “Crazy Nando”, acompanhado de um videoclipe gravado em confinamento.
Em novembro de 2024 editam Last Night in Amsterdam, o quarto álbum de originais, com o confessional Boys Don’t Cry como quinto single, coroando o lançamento de vários singles de sucesso, de Love Is On My Side e Crazy Nando a Sweet Amsterdam e Love is Dope. Inspirado pelas vivências na estrada durante as digressões, o álbum funde o característico virtuosismo soul, funk e blues da banda com um registo mais pessoal e introspectivo.
Gravado entre Lisboa e Amesterdão é um álbum noturno e denso, quase cinematográfico, com canções que evocam viagens, amores e desencontros. O título homenageia não apenas a cidade que acolheu The Black Mamba durante várias etapas da sua carreira, mas também a ideia de uma despedida simbólica, que capta a melancolia e o groove de uma última noite inesquecível. Enquanto os singles “Love Is On My Side”, “Love Is Dope” e “Sweet Amsterdam” são sensuais e melódicos, “Crazy Nando” revela humor e irreverência, e “Kathmandu”, que conta com a colaboração de Jorge Pardo e Rão Kyao, acrescenta uma dimensão quase espiritual ao álbum, com flautas e saxofones que flutuam sobre uma base soul/jazz de rara elegância. Sempre com a voz e intrepretação de Tatanka a envolverem cada faixa dos The Black Mamba. A envolverem-nos.
Last Night in Amsterdam, que continua a ser apresentado ao vivo, é um quarto capítulo essencial na discografia da banda e antecipa uma nova fase criativa, com mais colaborações e novos palcos no horizonte, estando previsto para breve o lançamento de um novo single e vídeo.
Official biography
Formed in Lisbon in 2010, The Black Mamba emerged as a sophisticated fusion of soul, funk, and blues...
Official biography
Formed in Lisbon in 2010, The Black Mamba emerged as a sophisticated fusion of soul, funk, and blues, incorporating elements of classic rock and African-American music, while maintaining a deeply Portuguese DNA. The band was founded by vocalist and guitarist Pedro Tatanka, bassist Ciro Cruz, and drummer Miguel Casais. Inspired by the venom of the African black mamba, their name symbolizes their intense, emotional, and seductive sound.
Their self-titled debut album (2010) immediately revealed the trio’s musical maturity and made a strong national impact: it reached the top of the iTunes Portugal chart, sold out in stores, and led to a national tour that solidified their reputation as one of Portugal’s most promising new acts. Shortly afterward, The Black Mamba began performing internationally, playing in cities such as Philadelphia, Luanda, Madrid, Seville, Rio de Janeiro, and São Paulo.
In 2014, they released their second album, Dirty Little Brother, recorded between Lisbon and New York. Collaborations with Portuguese artists such as Aurea, António Zambujo, and Silk expanded the band's sound, further establishing their place in the national music scene. The single "Wonder Why," featuring Aurea, became a hit on national radio stations.
In the following years, they maintained a steady presence on Portugal’s biggest stages, including festivals such as NOS Alive, Marés Vivas, and Festival do Crato, while also strengthening their connection with the Brazilian audience by returning to iconic venues like Bourbon Street Music Club and the Virada Cultural Festival. In 2016 alone, they played over 40 outdoor concerts while also continuing their acoustic tour that had started the previous year.
The departure of Ciro Cruz in 2015 marked a new phase in The Black Mamba’s career, now centered around Tatanka and Casais. Both managed to preserve the band’s creative energy, as shown by the dozens of concerts they continued to perform annually, both in Portugal and across Europe, in electric and acoustic formats. They received critical acclaim and collaboration invitations, including working with legendary Skyler Jet (ex-Commodores and Sly and the Family Stone) on a soundtrack, a partnership that evolved into a lasting friendship and several shared stage performances.
In 2018, they released The Mamba King, their third studio album, leading to sold-out concerts at the Lisbon and Porto Coliseums. The following year, they celebrated 10 years of career with the Good Times Tour, returning to their original trio format and revisiting their musical journey.
In 2021, the band represented Portugal at the Eurovision Song Contest with the song "Love Is On My Side," composed by Tatanka. It was the first time Portugal participated in Eurovision with a song entirely performed in English. Their performance earned them 12th place in the final and international recognition, with praise from global music critics and artists such as Skin (Skunk Anansie). During their stay in the Netherlands, marked by the COVID-19 pandemic, The Black Mamba released the single "Crazy Nando," accompanied by a music video filmed during lockdown.
In November 2024, they released Last Night in Amsterdam, their fourth original album, featuring Boys Don’t Cry as its fifth single, culminating a series of successful singles including Love Is On My Side, Crazy Nando, Sweet Amsterdam, and Love is Dope. Inspired by life on the road during their tours, the album fuses the band's signature soul, funk, and blues virtuosity with a more personal and introspective tone.
Recorded between Lisbon and Amsterdam, it is a nocturnal and dense album, almost cinematic, filled with songs that evoke travels, loves, and missed connections. The title pays tribute not only to the city that welcomed The Black Mamba at various points in their career but also to the idea of a symbolic farewell, capturing the melancholy and groove of an unforgettable final night. While singles like Love Is On My Side, Love Is Dope, and Sweet Amsterdam are sensual and melodic, Crazy Nando reveals humor and irreverence, and Kathmandu, featuring Jorge Pardo and Rão Kyao, brings a nearly spiritual dimension to the album, with flutes and saxophones floating over a soulful jazz base of rare elegance. Always with Tatanka’s voice and interpretation enveloping each of The Black Mamba’s tracks – and enveloping us.
Last Night in Amsterdam, which continues to be presented live, stands as an essential fourth chapter in the band's discography and heralds a new creative phase, with more collaborations and new stages on the horizon, with the release of a new single and video expected soon.


